sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Por que dizemos "alô" ao telefone?

 

Por que dizemos "alô" ao telefone?

por Luiza Wolf

Por sugestão do inventor Thomas Edison.

Quando o escocês Alexander Graham Bell patenteou o telefone, em 1876, queria que todo mundo atendesse o aparelho dizendo "ahoy", uma saudação náutica. Nessa época, uma preocupação geral era como cada interlocutor iria saber que o outro queria falar.

Foi cogitado adotar uma campainha para um indicar ao outro de quem era a vez. Mas, em 1877, Edison escreveu uma carta ao diretor da companhia telegráfica dos EUA dizendo que não tinha certeza se a campainha era mesmo necessária. Um mero "hello" ("olá") já resolveria o impasse.

 Por ser uma saudação mais comum do que "ahoy", o "hello" acabou pegando mais rápido.

 O mais provável é que a palavra derive do termo húngaro "hallod", que significa "está me ouvindo?". O "alô" em português é uma tradução direta.

                                      

 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Alterações simples que aperfeiçoaram objetos do nosso cotidiano

 

Alterações simples que aperfeiçoaram objetos do nosso cotidiano

Por: Leslie Horn

É bem difícil melhorar algo que já é bom. Mas de vez em quando um produto que conhecemos bem e amamos ganha um novo design ou alguma pequena mudança que é tão genial quanto simples. Eis sete exemplos de produtos que sempre nos serviram muito bem, mas recentemente foram aperfeiçoados com pequenas mudanças.

 

 

Óculos escuros dobráveis

A Ray-Ban faz óculos Wayfarers desde a década de 1920, e a sua popularidade tem altos e baixos. A empresa fez pequenas mudanças ao longo dos anos, mas uma que misturou o classicamente legal com o conveniente foi o modelo dobrável.

 

Uma colher de sorvete diferente

Você deve se perguntar como é possível desenhar algo tão simples quanto uma concha de sorvete. A resposta é incrivelmente simples – adicione uma borda serrilhada. Ela custa US$ 10.

 

Um balde melhorado

Você nunca pensa nos problemas de um balde até que precisa usá-lo para algo complicado. Este é o Leaktite Big Gripper, um balde projetado por Scot Herbst, da Herbst Produkt, com algumas alterações ergonômicas, como uma pegada melhorada e um bico redesenhado que só derrama o líquido quando você quer.

 

Zíper

Sei o que você está pensando: zíper é um zíper e não tem como ser algo diferente de um zíper. Ele não mudou nada em 100 anos. E então a Under Armour decidiu melhorá-lo e adicionou um imã para você fechá-lo sem nenhum esforço.

 

Rolha de vinho que pode ser torcida

Não é frustrante quando você tem uma garrafa de vinho mas não consegue abrir por não ter um saca-rolhas por perto? Felizmente, com a invenção da Helix, que pode ser torcida para ser retirada, temos um futuro pela frente em que este problema será erradicado. A Helix foi mostrada em uma exposição de vinhos na Europa no ano passado, e nos disseram que dentro de alguns anos ela deve ser usada para facilitar nosso acesso aos vinhos.

 

Marcadores de texto transparentes

Estes marcadores com ponta transparente foram lançados no ano passado em uma categoria de produtos que podemos chamar de Por que não pensamos nisso antes? Ser capaz de ver o texto que está sendo marcado? É algo sutil, mas genial.

 

Notas adesivas reutilizáveis

Notas adesivas tradicionais são invenções maravilhosas por si só, mas, se você quiser virá-las para usar o lado oposto, você perde o fator "adesivo". Não com as notas da Ecostatic. Em vez de adesivo, elas usam eletricidade estática, então você pode usá-ls diversas vezes por semanas.

 

 

 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Descoberta dos Raios X

Descoberta dos Raios X



A primeira radiografia do mundo feita por
Wilhelm C. Röntgen à mão da sua esposa.

Em 27 de março de 1845 nasce em Lennep, na província do Reno, na Alemanha, Wilhelm Conrad Röntgen, inventor dos Raios X.

Os Raios X foram acidentalmente descobertos pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen em 1895. Röntgen estava no seu laboratório  fazendo uma experiência com raios catódicos quando reparou que um ecrã de material fluorescente que se encontrava a alguns metros brilhava de cada vez que produzia uma descarga de raios catódicos.

Röntgen sabia que isto não podia ser causado pelos raios catódicos que não conseguiam penetrar o revestimento do aparelho e deduziu que teria de haver um novo tipo de radiação envolvido, que batizou de Raios X devido à sua natureza misteriosa.

Durante as semanas seguintes, Röntgen viveu no seu laboratório enquanto estudava estes raios misteriosos. Descobriu a sua capacidade de atravessar objetos sólidos e que eram registrados em película fotográfica. A primeira radiografia do mundo foi a que ele fez neste período da mão da sua esposa, Bertha Röntgen.

A descoberta foi anunciada na imprensa a 5 de janeiro de 1896. O primeiro Nobel da Física foi-lhe em 1901.

Os raios X têm extensas aplicações na imagiologia médica, na cristalografia e na astronomia.



 

 


   

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Homem com rabo é tratado como um Deus na Índia

 

Homem com rabo é tratado como um Deus na Índia

Jornal Extra

Chandre Oraon tem uma cauda peluda de 36,8 centímetros nas costas

Um homem com um rabo peludo de 36,8 centímetros seria tratado como uma criatura bizarra em várias partes do mundo, mas em Alipurduar, na Índia, Chandre Oraon é visto como a reencarnação do deus-macaco hindu Hanuman.

 Segundo o site inglês "Mirror Online", muitas pessoas viajam centenas de quilômetros e fazem fila do lado de fora da casa dele para buscar uma bênção e tocar na sua cauda.

— As pessoas têm muito respeito por mim por causa da minha cauda. Eu não me importo com o rabo. É um presente de Deus — afirma Chandre, de 35 anos.

O homem com rabo ainda sobe em árvores com muita facilidade, o que para os devotos é mais uma prova das suas dons divinos. E há quem diga que ele faz milagre também.

— O filho do meu irmão uma vez estava muito mal e teve febre. Nós demos remédios a ele, mas não funcionou. Então fomos até Chandre para buscar suas bênçãos. O bebê se recuperou logo depois disso — revelou Monika Lakda, que viajou durante a noite para consultar Chandre Oraon em seu santuário improvisado: — Acreditamos que Chandre é uma encarnação de Hanuman. Dizem que ele nasceu no Dia Santo de Hanuman. Portanto, temos fé nele — completou.

Hanuman, o deus-macaco do hinduísmo do qual acreditam ser Chandre Oraon uma reencarnação Foto: Reprodução

Mas os médicos dizem que o rabo de Chandre Oraon existe por causa de um defeito congênito raro, e se ofereceram para remover a cauda. O homem recusou prontamente. Ele acredita que corre risco sem o seu "presente de Deus".

— Minha mãe cortou parte da minha cauda quando eu era criança. Logo depois, tive uma febre alta e fiquei muito doente. Minha mãe me disse que eu quase morri. Minha família acredita que eu ter ficado doente foi um sinal de que meu rabo é divino. Depois disso, todo mundo acha que eu tenho que manter a cauda — declarou.

A fama divina Chandre sonhar em construir um templo para oferecer bênçãos em massa. Porém, nem sempre o defeito nas costas ajudou o indiano.

 Na infância, as outras crianças da aldeia onde morava costumavam tirar sarro e puxar a cauda.

O homem também demorou a encontrar uma mulher por causa do rabo, e só casou com Maino, de 38 anos, porque ela foi forçada a fazer isso (na Índia, a maioria dos casamentos são arranjados pela família da noiva).

— Apesar da fama dele, as coisas entre nós não estão bem. Eu não gosto de Chandre, não gosto de viver com ele. Minha mãe e meu pai faleceram quando eu era jovem. Então, meus irmãos queriam me casar e eu tive que fazer concessões — dispara Maino que tem uma filha de cinco anos, Radhika, com Chandre Oraon.

http://youtu.be/hP8krB4zR70

 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

As dez fobias mais esquisitas do planeta

 

As dez fobias mais esquisitas do planeta

por Paula Carvalho

10. Bromidrofobia

Medo de que - Odores do corpo

Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os "zé-limpinhos" tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.

9. Caetofobia

Medo de que - Pelos e cabelos

O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os "caetofóbicos" cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na "coisa peluda"! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca - aliás, o que seria o paraíso para os "caetofóbicos"...

8. Deipnofobia

Medo de que - Jantar em família ou com amigos

Nível de pavor - Medroso

Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!

7. Eisoptrofobia

Medo de que - Espelhos e de se olhar no espelho

Em geral, a eisoptrofobia, ou medo de espelhos, está ligada ao temor diante do sobrenatural. As pessoas temem ver no reflexo do espelho fantasmas e outros seres. Superstições ligadas a esse objeto (como a crença de que quebrar um espelho dá sete anos de azar) também ajudam a aumentar a paranoia. Até mesmo a própria imagem da pessoa pode causar terror por se tratar de algo "não humano". A atriz Pamela Anderson é uma das pessoas que preferem sacrificar a vaidade a encarar um "espelho, espelho mau".

6. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Medo de que - Palavras grandes

O próprio nome desta fobia - o palavrão gigante acima - já obriga quem sofre do distúrbio a confrontar seu medo: um temor irracional de palavras longas ou de uso pouco comum, como termos técnicos e médicos (por exemplo, linfangioleiomiomatose). Elas também evitam mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Segundo os especialistas, essa paúra surge do medo de pronunciar a palavra de forma incorreta e, por isso, cair no ridículo.

5. Onfalofobia

Medo de que - Umbigos

Nunca encoste no umbigo de quem sofre de onfalofobia, pois o cara pode ter o maior ataque nervoso. Na verdade, essas pessoas também ficam nervosas só de ver um umbigo. Quando a coisa rola com mulheres grávidas, é ainda pior. É que elas têm o maior pavor de que seu umbigo cresça demais ou fique com o formato conhecido como couve-flor. Algumas mães chegam a tapar o umbigo dos bebês com curativos para não ver a "criatura".

4. Lachanofobia

Medo de que - Vegetais

Cenouras, amoras, abobrinhas. Vegetais "assassinos" como esses são os algozes de quem tem lachanofobia. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura causa aversão e o cheiro, náuseas. Em geral, a pessoa tem medo de algum vegetal em particular. Um jovem americano, por exemplo, tinha pavor de pêssegos. Certo dia, ao entrar no chuveiro da casa da namorada e ver a imagem da fruta no rótulo de um xampu, deu o maior chilique e saiu correndo da casa...

3. Automatonofobia

Medo de que - Autômatos e bonecos de cera

Autômatos, como bonecos de ventríloquo, são artefatos que simulam ações humanas. Mas não para pessoas que têm automatonofobia. Para elas, inocentes bonequinhos de parque de diversões são verdadeiros monstros. A visão de algo que imita seres humanos causa tremedeiras, choro e paralisia. O "machão" Hugh Jackman, o Wolverine de X-Men, já admitiu morrer de medo do Chuckie, o brinquedo "assassino". Só não contem isso para o Prof. Xavier!

2. Filemafobia

Medo de que - Beijar

Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar. Ele também é fruto do temor de possíveis ações subsequentes ao beijo, como fazer sexo.

1. Caligenefobia

Medo de que - Mulheres bonitas

Também conhecido por venustrafobia, esse é o pavor sentido por alguns homens quando têm que interagir com - uma mulher bonita! Os caras sentem falta de ar, arritmia e muitos até vomitam. O bizarro terror de beldades é tamanho que alguns sujeitos até abandonam o emprego se tiver alguma gata no trabalho. Como forma de tratamento, o "coitado" é exposto a fotos e vídeos de mulheres bonitas, como Gisele Bündchen. Depois, ainda precisa encarar umas gatas em carne e osso. Ô problemão...

                                                   

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A Vergonha da Escravidão Contemporânea

 

A Vergonha da Escravidão Contemporânea

Quando ouvimos sobre escravidão, parece-nos algo tão remoto, tão distante no tempo, e até improvável de tão absurdo. E então fingimos não saber de nada e tapamos os ouvidos para não ouvir. Tendemos a nos comover apenas com o que está próximo e com o que podemos ver. Afinal, escravos não são mais comercializados e nem castigados em praça pública. Mas, existem, de fato. E estão por aí, escondidos e camuflados. Homens, mulheres e crianças.

Na maior parte do mundo antigo, a escravidão era aceita e muitos povos eram escravizados ao se tornarem prisioneiros de guerra. Havia escravos em Roma, na Grécia, no Egito, mas também entre os povos Incas, Maias e Astecas. Praticamente, os reinados da antiguidade se mantinham e se sustentavam sobre o trabalho escravo. Em algumas culturas patriarcais, as mulheres em geral tinham uma situação parecida com a dos escravos, onde lhe eram negados os direitos básicos de um cidadão. Na antiguidade não era incomum que pais vendessem suas próprias filhas aos mercadores de escravos para quitar dívidas. E no que diz respeito à exploração sexual de todo tipo, mulheres e crianças são, até hoje, os mais vulneráveis.

Mulheres sendo leiloadas em mercado de escravos na antiguidade

No Novo Testamento, em Efésios 6:5 está escrito sobre escravos: "Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo." A bíblia embora traga vários preceitos sobre escravos e regulamente aspectos da escravidão, em nenhum momento, condena a prática da escravidão em si, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, apesar da igreja católica a partir do século XV, através de seus papas, passar a dar início a uma campanha contra a escravidão.

Escravos negros no Brasil - Obra de Debret

Na era moderna, os negros foram escravizados por crenças na superioridade racial dos europeus, num período em que o comércio de escravos entre países africanos e as américas tornou-se bastante lucrativo, e os próprios reis de tribos africanas comercializavam seus conterrâneos. Antes, na América espanhola, por ocasião das descobertas de Cristóvão Colombo, a escravidão dos nativos também se deu pelas mesmas questões de cor da pele. O Brasil foi o último país ocidental a abolir a escravidão em 1888.

Crianças trabalhando em mina de carvão

Infelizmente para decepção dos que dizem que "fator social" é coisa da histeria sociológica de alguns que insistem em ver problema social em tudo, não há como negar que sim, há uma estreita relação entre a prática da escravidão e as condições das sociedades onde ela se manifesta. Situações de pobreza é uma das principais razões para qualquer tipo de exploração.Tanto que os países com maior índice de escravidão, são aqueles subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, com democracias recentes ou não consolidadas como China, Índia, Rússia, Brasil, Oriente Médio, alguns países do leste europeu e África.

Trabalho escravo na China

Hoje a escravidão no mundo se dá muito mais por condições socioeconômicas desfavoráveis, e prospera pela conivência de sistemas políticos onde falta a aplicação de leis severas que punam os exploradores. Quem são hoje os escravos? Pessoas de classes menos favorecidas dentro do próprio país e com pouca instrução que precisam de um trabalho para seu sustento, e imigrantes na mesma condição que se tornam presas fáceis ao ingressarem clandestinamente em um determinado país fugindo da pobreza, e aqueles que são traficados atraídos por falsas promessas . A escravidão continua sendo um bom negócio tanto para o crime organizado internacional quanto para empresários e donos de terras gananciosos.

Pedido de socorro de um escravo chinês

Um caso recente e interessante, não fosse sua dimensão trágica, é o de um chinês de nome Zhang. Em 2011 a americana Julie Keith foi ao mercado comprar artigos de decoração para o Halloween. Um ano depois, qual não foi sua surpresa quando dentro de um brinquedo ela encontrou um bilhete, um pedido de socorro em um inglês meio torto, de um escravo chinês que vivia em condições desumanas em um campo de trabalho forçado na China, chamado Masanjia. Era Zhang, na verdade um codinome escolhido por ele. Zhang havia sido mandado para lá por divergências político religiosas com o regime, e relata que tinha jornadas de trabalho de mais de 12 horas, sem descanso nos fins de semana, além de sofrer espancamentos, privação de sono e torturas psicológicas. Ele escreveu em 2008 mas o bilhete só foi encontrado em 2012. Sua carta foi parar nas mãos da Organização Mundial de Direitos Humanos e as coisas terminaram bem para Zhang, hoje ele está livre e denunciou a existência de outros campos de trabalho forçado naquele país.

Trabalho escravo em oficina de costura

Em geral os escravos são levados para trabalhar em fábricas, lavouras, casas de família, bordéis, etc. O Brasil tem ainda o agravante do tamanho do seu território para fiscalização, e não há uma estatística confiável, mas segundo o Ministério do Trabalho, de 2003 a janeiro de 2011, foram resgatadas 33.392 pessoas em situação de trabalho escravo ou quase escravo, que se concentra nas indústrias madeireira, carvoeira e de mineração, de construção civil e nas lavouras de cana, algodão e soja, além do turismo sexual no Nordeste e a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos e asiáticos em oficinas de costura. O Maranhão é ainda o principal fornecedor de escravos e o Pará, o principal usuário. Conforme o jornal Correio do Estado, o número de trabalhadores em situação de escravidão cresce também no Amazonas, principalmente em atividades agropecuárias.

É inconcebível a escravização de seres humanos na avançada civilização do século XXI, mas este cenário só mudará através das ações de outros seres humanos.

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obvious

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Qual é a origem da gravata?





Qual é a origem da gravata?

Ela surgiu na França do final do século XVII. Tradicionais lançadores de modas, os franceses adaptaram uma peça do vestuário de um regimento croata, de passagem por Paris em 1668, para o uso diário nas ruas.
Os croatas usavam um cachecol de linho e musselina que mantinha o pescoço fresco no verão e quente nos dias mais amenos de inverno (quando o frio se intensificava, era trocado por um modelo de lã).
 Na França, o adereço passou a ser fabricado em linha ou renda. Era usado com um nó no centro, como a gravata moderna, e tinha duas longas pontas soltas.
A indumentária, usada tanto por homens quanto por mulheres, recebeu o nome de cravate, que significa "croata" em francês.
 Muito antes disso, porém, no século I a.C., os soldados romanos já usavam algo parecido: um cachecol úmido, amarrado no pescoço nos dias mais quentes. Mas, com o fim do Império Romano, esse hábito acabou caindo no esquecimento e só ressurgiu séculos mais tarde, para ganhar definitivamente as ruas.